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20 fevereiro, 2013
A maldição das pirâmides
No começo do século XX, os arqueólogos descobriram várias pirâmides no Egito Antigo. Nelas, encontraram diversos textos, entre eles, um que dizia que: "morreria aquele que perturbasse o sono eterno do faraó". Alguns dias após a entrada nas pirâmides, alguns arqueólogos morreram de forma estranha e sem explicações. O medo espalhou-se entre muitas pessoas, pois os jornais divulgavam que a "maldição dos faraós" estava fazendo vítimas. Porém, após alguns estudos, verificou-se que os arqueólogos morreram, pois inalaram, dentro das pirâmides, fungos mortais que atacavam os órgãos do corpo. A ciência conseguiu explicar e desmistificar a questão.
19 fevereiro, 2013
A descoberta do túmulo de Tutancâmon
Foi descoberto por Howard Carter.
Quando ele conseguiu autorização para escavar no Vale dos Reis, seu objetivo era encontrar o tumulo de Tutancâmon, um faraó quase desconhecido, cujo nome tinha sido riscado das listas reais.
Carter começou a escavar um povoado próximo dos túmulos. Qual não foi sua surpresa quando, debaixo das casas, descobriu a entrada de um túmulo com o selo de Tutancâmon.
O tumulo de Tutancâmon é um dos menores do Vale dos Reis, e foi terminado muito as pressas. Contudo suas câmaras foram abastecidas com todos os objetos que se acreditava que o jovem faraó, falecido em 1337, poderia necessitar no outro mundo.
Devido a riqueza do material funerário, Carter explica no seu relato da descoberta que foram necessários 5 dias para retirar todo o conteúdo da antecâmara.
Quando ele conseguiu autorização para escavar no Vale dos Reis, seu objetivo era encontrar o tumulo de Tutancâmon, um faraó quase desconhecido, cujo nome tinha sido riscado das listas reais.
Carter começou a escavar um povoado próximo dos túmulos. Qual não foi sua surpresa quando, debaixo das casas, descobriu a entrada de um túmulo com o selo de Tutancâmon.
O tumulo de Tutancâmon é um dos menores do Vale dos Reis, e foi terminado muito as pressas. Contudo suas câmaras foram abastecidas com todos os objetos que se acreditava que o jovem faraó, falecido em 1337, poderia necessitar no outro mundo.
Devido a riqueza do material funerário, Carter explica no seu relato da descoberta que foram necessários 5 dias para retirar todo o conteúdo da antecâmara.
Curiosidades - Vida apos a morte
Os vasos Canopos
As vísceras depois de extraídas do corpo de defunto, eram lavadas e embalsamadas. A seguir eram depositadas em quatro vasos, representando divindades chamadas Filhos de Hórus, que as protegiam da destruição.
-- > Imset; O figado ficava em um vaso com tampa em forma de cabeça humana.
-- > Duamtef; O estomago era guardado em um vaso com tampa em forma de chacal de cão selvagem.
-- > Hapi; A cabeça de babuíno indicava que ali continha os pulmões.

As vísceras depois de extraídas do corpo de defunto, eram lavadas e embalsamadas. A seguir eram depositadas em quatro vasos, representando divindades chamadas Filhos de Hórus, que as protegiam da destruição.
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Os egípcios acreditavam que o corpo era constituído de diversas partes: o ba, ou alma, o ka, ou força vital, e o akh, ou força divina inspiradora de vida.
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Durante o processo de mumificação, os sacerdotes colocavam uma série de amuletos entre as ataduras com que envolviam o cadáver, nas quais estavam inscritas fórmulas destinadas à sobrevivência dos mortos.
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As máscaras funerárias
O defunto devia ser reconhecido no Além. Por isso, por cima das ataduras do corpo mumificado, colocava-se uma máscara com um retrato idealizado do morto. As máscaras dos faraós eram feitas de ouro e lápis-lazúli.

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Anubis e a mumificação.
O Deus Anubis era o guardião das necrópoles e, segundo alguns egípcios estava presente no processo de mumificação.
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Os Sarcófagos.
A múmia era colocada em um sarcófago, que podia ser de pedra, de madeira coberta com materiais preciosos, ou simplesmente de madeira. Inicialmente, os sarcófagos eram retangulares, porém, mais tarde, foram construídos com formato de ser humano, como o que se pode ver na imagem, que servia para guardar as vísceras de Tutancâmon e faz parte do tesouro desse faraó.
O sarcófago era conduzido por um treno, enquanto outro levava os vasos canopos. Quando a procissão chegava ao tumulo, o sacerdote realizava o ritual de abrir a boca da múmia com o qual se acreditava que ela voltava a vida.
Ramsés II, rei dos reis
Ramsés II, o terceiro faraó da XIX dinastia, reinou entre os anos de 1289 a 1224 a.C. Nesta época, as atividades comerciais foram tão prósperas que atraíram povos provenientes da Ásia e das ilhas do mar Egeu.

O pai de Ramsés, Séti I, vendo a forte personalidade do filho, logo associo-se ao trono. Desde pequeno destacou-se na arte da guerra.
A realização de construções foi muito importante em seu reinado. Erigiu grandes templos, como os de Abu-Simbel, como o Ramesseum, e criou uma nova capital, Pi-Ramsés, no Delta.

Sabemos, por textos da época, que teve oito esposas principais, entre as quais duas de suas filhas e uma de suas irmãs. De todas as suas mulheres a sua favorita foi a primeira, Nefertari. Documentos daquele período, também lhe atribuem mais de uma centena de filhos.
Atualmente, Ramsés descansa em uma câmera especial para conservação das múmias reais.
O pai de Ramsés, Séti I, vendo a forte personalidade do filho, logo associo-se ao trono. Desde pequeno destacou-se na arte da guerra.
A realização de construções foi muito importante em seu reinado. Erigiu grandes templos, como os de Abu-Simbel, como o Ramesseum, e criou uma nova capital, Pi-Ramsés, no Delta.

Sabemos, por textos da época, que teve oito esposas principais, entre as quais duas de suas filhas e uma de suas irmãs. De todas as suas mulheres a sua favorita foi a primeira, Nefertari. Documentos daquele período, também lhe atribuem mais de uma centena de filhos.
Atualmente, Ramsés descansa em uma câmera especial para conservação das múmias reais.
Cidade de Pi-Ramsés
Foi a capital do Baixo Egito durante o reinado de Ramsés II e até ao fim da XX dinastia egípcia. A cidade localizava-se em Aváris, na região central do Delta do Nilo.
A cidade foi erguida sobre uma aglomeração fundada por Seti I no começo do reinado de Ramsés II. Para lá são transferidos obeliscos e nela se erguem templos dedicados às principais divindades egípcias, como Amon,Rá e Ptah. Dois séculos depois as suas estátuas e obeliscos da cidade foram transferidas para Tânis, a nova capital da XXI dinastia egípcia.
As razões que explicam esta mudança de capital, além das raízes familiares do pai de Ramsés II, Seti I, é a sua localização estratégica estar mais próxima do principal inimigo do Egito na época, o reino Hitita (atual Turquia), facilidando assim a vigia das fronteiras e uma intervenção militar.
Templo de Ramesseum
O templo funerário do faraó Ramsés II é conhecido como o Ramesseum. Situado na margem ocidental de Tebas estava dedicado ao Deus Amon e ao próprio faraó, encontrando-se hoje num estado bastante deteriorado. O templo era famoso pela estátua colossal de Ramsés em posição sentada (da qual apenas restam fragmentos). Nas paredes do templo foram representados eventos como a Batalha de Kadesh e a celebração da festa do Deus Min, assim como uma procissão dos numerosos filhos do faraó. No local foi descoberto um papiro que continha a obra literária "Conto do Camponês Eloquente" e textos de carácter médico.
Abu-Simbel
Neste local da Núbia, encontram-se dois templos escavados na montanha. Na década de 60, foram transferidos para serem salvos das águas da barragem de Assuão. No Grand Templo, visto de lado dois pares de enormes estátuas representando o faraó ladeiam a estrada. O pequeno Templo, á direita era dedicado a Hathor (AQUI) e Nefertari (AQUI). Com a construção desses monumentos, o faraó deixou patente o seu domínio sobre a Núbia.

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